terça-feira, 28 de julho de 2009

CEBs e Juventudes

O local do 13º Intereclesial das CEBs já foi escolhido, será no CEARÁ. O que está em discussão agora é a possibilidade do tema central ser JUVENTUDES. Com isto ganharemos muito enquanto PJMP, tanto no estreitamento de laços ainda mais com as CEBs, quanto nas possíveis articulações que faremos. Vamos às Articulações.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Refexão

Postamos este texto de Brecht como reflexão à matéria postada anteriormente.



Nós vos pedimos com insistência:
não digam nunca “isso é natural”
diante dos acontecimentos de cada dia,
numa época em que reina a confusão,
em que corre sangue
em que o arbitrário tem a força de lei,
em que a humanidade
se desumaniza,
não digam nunca:
“isso é natural”
para que nada passe
a ser imutável!

Bertolt Brecht

terça-feira, 21 de julho de 2009

Mais de 33 mil adolescentes serão assassinados até 2012 no Brasil

LORENNA RODRIGUES
da Folha Online, em Brasília

Mais de 33 mil adolescentes serão assassinados entre 2006 e 2012, prevê o IHA (Indicador de Homicídios na Adolescência), divulgado nesta terça-feira pelo governo federal, Unicef e Observatório de Favelas. De acordo com o estudo, de cada mil adolescentes que completam 12 anos no Brasil, 2,03 são mortos por homicídio antes de completar 19 anos. Foram analisados dados de 2006 de 267 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes.
A cidade de Foz do Iguaçu (PR) lidera o ranking de mortes violentas entre adolescentes, com 9,7 mortes para cada grupo de mil adolescentes. Em seguida vem Governador Valadares (MG), com 8,5 mortes e Cariacica (ES), com 7,3 mortes.
Entre as capitais, Maceió (AL) e Recife (PE) apresentam os piores números, com 6 mortes para cada mil adolescentes cada. O Rio de Janeiro vem em seguida, com 4,9 mortes. A cidade de São Paulo ocupa o 24º lugar entre as capitais com 1,4 morte a cada mil jovens.
Em números absolutos, porém, a capital paulista tem o segundo maior número de mortes de adolescentes entre as capitais, com 1.992 mortes, atrás apenas da cidade do Rio de Janeiro, que tem 3.423 mortes.
Armas de fogo
O especialista em violência Ignácio Cano, que participou da elaboração do estudo, chama atenção para a prevalência de mortes por arma de fogo na pesquisa. A chance do adolescente ser assassinado por esse tipo de arma é 3,29 maior do que por outros meios.
"Isso frisa a importância das políticas contra arma de fogo no Brasil como forma de diminuir a mortalidade", afirmou.
O estudo mostra ainda que as chances de adolescentes homens morrerem por violência é 11,9 vezes maior do que mulheres. Para negros, a chance é 2,6 maior do que para adolescentes brancos.
Ações
Canto disse que o estudo não identificou o motivo de cidades como Foz do Iguaçu e Governador Valadares aparecerem no topo do ranking. De acordo com a subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmem Oliveira, o governo constituiu um grupo de trabalho com gestores municipais para identificar motivos, áreas de risco e estabelecer metas e estratégias para enfrentar o problema.

Fonte:www.folhaonline.com

segunda-feira, 20 de julho de 2009

12° Intereclesial começa na próxima terça-feira, em Porto Velho



Na próxima terça-feira, 21, Porto Velho sediará um dos maiores eventos de sua história. São aproximadamente sete mil pessoas envolvidas com a realização do 12° Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base, que se encerra no dia 25.

Representantes de Comunidades Eclesiais de Base de todo o país, da América Latina e do Caribe refletirão temas atuais e que envolvam desde a consciência política, até a luta por melhores condições de vida para as comunidades indígenas, ribeirinhas, camponesas E quilombolas, sobretudo, o cuidado com a biodiversidade do planeta.

O tema do 12° Intereclesial é “CEBs, Ecologia e Missão” e o lema: “Do ventre da terra, o grito que vem da Amazônia”.

Além dos três mil delegados, o Intereclesial vai contar também com nomes de destaque na defesa dos interesses dos indígenas como a vencedora do prêmio Nobel da Paz, Rigoberta Menchu, vinda da Guatemala; o arcebispo emérito da Paraíba e defensor dos direitos humanos, dom José Maria Pires e a ex-ministra e atual senadora Marina Silva.

História

As Comunidades Eclesiais de Base se espalharam pelo Brasil no final da década de 60 e contribuíram para a redemocratização devido à luta contra o regime que se instalou no país após o golpe de 64. Desde então, as CEBs têm sido um apoio a população e sempre presente no trabalho em defesa dos povos da floresta, dos ribeirinhos, dos índios, dos sem terras, dos negros, das mulheres e também do meio ambiente.