Em Reunião realizada no dia 09 de agosto a PJMP de União decidiu dividir o grupo de base, com a finalidade de estender sua articulação nos bairros Roberto Correia de Araújo e Alto do Cruzeiro. No "Robertão", o grupo de jovens irá encontrar-se todos os sábados a partir das 19:30h., no centro comunitário São Sebastião, sob a coordenação de Taty, Amanda e Rosimeire; e, no Alto do Cruzeiro, também aos sábados a partir das 19:30h., no centro comunitário do bairro, sob a coordenação de Tarcísio, Igor e João Mário. Em um sábado do mês os grupos se reunirão para juntos fortalerem a caminhada e para que os membros dos grupos se conheçam e troquem experiencia. A coordenação paroquial também se reunirá para planejar as ações a serem realizadas. Faz parte dos planos desta equipe, rearticular os grupos de base da Abolição e Vaqueijada.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009
terça-feira, 28 de julho de 2009
CEBs e Juventudes
O local do 13º Intereclesial das CEBs já foi escolhido, será no CEARÁ. O que está em discussão agora é a possibilidade do tema central ser JUVENTUDES. Com isto ganharemos muito enquanto PJMP, tanto no estreitamento de laços ainda mais com as CEBs, quanto nas possíveis articulações que faremos. Vamos às Articulações.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Refexão
Postamos este texto de Brecht como reflexão à matéria postada anteriormente.
Nós vos pedimos com insistência:
não digam nunca “isso é natural”
diante dos acontecimentos de cada dia,
numa época em que reina a confusão,
em que corre sangue
em que o arbitrário tem a força de lei,
em que a humanidade
se desumaniza,
não digam nunca:
“isso é natural”
para que nada passe
a ser imutável!
Bertolt Brecht
Nós vos pedimos com insistência:
não digam nunca “isso é natural”
diante dos acontecimentos de cada dia,
numa época em que reina a confusão,
em que corre sangue
em que o arbitrário tem a força de lei,
em que a humanidade
se desumaniza,
não digam nunca:
“isso é natural”
para que nada passe
a ser imutável!
Bertolt Brecht
terça-feira, 21 de julho de 2009
Mais de 33 mil adolescentes serão assassinados até 2012 no Brasil
LORENNA RODRIGUES
da Folha Online, em Brasília
Mais de 33 mil adolescentes serão assassinados entre 2006 e 2012, prevê o IHA (Indicador de Homicídios na Adolescência), divulgado nesta terça-feira pelo governo federal, Unicef e Observatório de Favelas. De acordo com o estudo, de cada mil adolescentes que completam 12 anos no Brasil, 2,03 são mortos por homicídio antes de completar 19 anos. Foram analisados dados de 2006 de 267 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes.
A cidade de Foz do Iguaçu (PR) lidera o ranking de mortes violentas entre adolescentes, com 9,7 mortes para cada grupo de mil adolescentes. Em seguida vem Governador Valadares (MG), com 8,5 mortes e Cariacica (ES), com 7,3 mortes.
Entre as capitais, Maceió (AL) e Recife (PE) apresentam os piores números, com 6 mortes para cada mil adolescentes cada. O Rio de Janeiro vem em seguida, com 4,9 mortes. A cidade de São Paulo ocupa o 24º lugar entre as capitais com 1,4 morte a cada mil jovens.
Em números absolutos, porém, a capital paulista tem o segundo maior número de mortes de adolescentes entre as capitais, com 1.992 mortes, atrás apenas da cidade do Rio de Janeiro, que tem 3.423 mortes.
Armas de fogo
O especialista em violência Ignácio Cano, que participou da elaboração do estudo, chama atenção para a prevalência de mortes por arma de fogo na pesquisa. A chance do adolescente ser assassinado por esse tipo de arma é 3,29 maior do que por outros meios.
"Isso frisa a importância das políticas contra arma de fogo no Brasil como forma de diminuir a mortalidade", afirmou.
O estudo mostra ainda que as chances de adolescentes homens morrerem por violência é 11,9 vezes maior do que mulheres. Para negros, a chance é 2,6 maior do que para adolescentes brancos.
Ações
Canto disse que o estudo não identificou o motivo de cidades como Foz do Iguaçu e Governador Valadares aparecerem no topo do ranking. De acordo com a subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmem Oliveira, o governo constituiu um grupo de trabalho com gestores municipais para identificar motivos, áreas de risco e estabelecer metas e estratégias para enfrentar o problema.
Fonte:www.folhaonline.com
da Folha Online, em Brasília
Mais de 33 mil adolescentes serão assassinados entre 2006 e 2012, prevê o IHA (Indicador de Homicídios na Adolescência), divulgado nesta terça-feira pelo governo federal, Unicef e Observatório de Favelas. De acordo com o estudo, de cada mil adolescentes que completam 12 anos no Brasil, 2,03 são mortos por homicídio antes de completar 19 anos. Foram analisados dados de 2006 de 267 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes.
A cidade de Foz do Iguaçu (PR) lidera o ranking de mortes violentas entre adolescentes, com 9,7 mortes para cada grupo de mil adolescentes. Em seguida vem Governador Valadares (MG), com 8,5 mortes e Cariacica (ES), com 7,3 mortes.
Entre as capitais, Maceió (AL) e Recife (PE) apresentam os piores números, com 6 mortes para cada mil adolescentes cada. O Rio de Janeiro vem em seguida, com 4,9 mortes. A cidade de São Paulo ocupa o 24º lugar entre as capitais com 1,4 morte a cada mil jovens.
Em números absolutos, porém, a capital paulista tem o segundo maior número de mortes de adolescentes entre as capitais, com 1.992 mortes, atrás apenas da cidade do Rio de Janeiro, que tem 3.423 mortes.
Armas de fogo
O especialista em violência Ignácio Cano, que participou da elaboração do estudo, chama atenção para a prevalência de mortes por arma de fogo na pesquisa. A chance do adolescente ser assassinado por esse tipo de arma é 3,29 maior do que por outros meios.
"Isso frisa a importância das políticas contra arma de fogo no Brasil como forma de diminuir a mortalidade", afirmou.
O estudo mostra ainda que as chances de adolescentes homens morrerem por violência é 11,9 vezes maior do que mulheres. Para negros, a chance é 2,6 maior do que para adolescentes brancos.
Ações
Canto disse que o estudo não identificou o motivo de cidades como Foz do Iguaçu e Governador Valadares aparecerem no topo do ranking. De acordo com a subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmem Oliveira, o governo constituiu um grupo de trabalho com gestores municipais para identificar motivos, áreas de risco e estabelecer metas e estratégias para enfrentar o problema.
Fonte:www.folhaonline.com
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